Nossos 20 diretores de cinema preferidos em todos os tempos são:

 

 1º ALFRED
HITCHCOCK

11º GEORGE MILLER

 2º STEVEN SPIELBERG

 12º QUENTIN TARANTINO

 3º BRIAN DE PALMA

 13º RIDLEY SCOTT
 4º SERGIO LEONE
 14º DAVID FINCHER
 5º ROMAN POLANSKI
 15º JOHN CARPENTER
6º FRANK CAPRA
 16º DAVID LYNCH
7º  STANLEY KUBRICK
 17º JAMES CAMERON
 8º CLINT EASTWOOD
 18º FRANCIS FORD
COPPOLA
 9º DAVID LEAN
 19º WILLIAM WYLER
 10º ROBERT ZEMECKIS
 20º MIKE NICHOLS

 

MENÇÕES HONROSAS

  • Charles Chaplin (Luzes da Cidade, Tempos Modernos)
  • Buster Keaton (A General, Nossa hospitalidade)
  • Martin Scorsese (Touro Indomável, Os Bons Companheiros)
  • Akira Kurosawa (Os Sete Samurais, Dersu Uzala)
  • Ron Howard (Apollo 13, Uma Mente Brilhante)
  • Sam Mendes (Beleza Americana, 007 Skyfall)
  • Pedro Almodóvar (Carne Trêmula, Tudo sobre minha mãe)
  • Guillermo del Toro (Labirinto do Fauno, Círculo de Fogo)

 


George Miller
(AUS, 1945)

Também é roteirista e produtor. Estreou como diretor aos 34 anos com o Road-Movie Mad Max (1979), que fez muito sucesso na época e o tornou conhecido – tanto que gerou duas sequências (em 1982 e 1985). Porém Miller dirigiu também algumas outras produções de estilo bem diferente da trilogia estrelada por Mel Gibson. Após o fracasso do terceiro filme do guerreiro das estradas (já filmado nos EUA), Miller voltou a dirigir um filme que fez muito sucesso, As Bruxas de Eastwick (1987), que tinha um elenco estelar (Jack Nicholson, Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer, Cher).

Anos depois talvez tenha dirigido seu mais belo filme: o excelente O Óleo de Lorenzo (1992), novamente com Susan Sarandon, que faz a mãe de um garoto que a partir dos 7 anos apresenta uma doença rara. Miller além de cineasta também era médico, e ao ler essa estória real num jornal resolveu fazer o filme. Trata-se de uma bela estória de dedicação de um casal que passa a estudar medicina de forma autodidata a fim de encontrar a cura para a doença do filho (quem faz o pai é Nick Nolte, numa atuação memorável).

Em meados dos anos 90 Miller resolve retornar à Austrália e lá roda um filme totalmente diferente do habitual: Babe, o porquinho atrapalhado (1995). Nesta produção os grandes “atores” são os animais de uma fazenda, especialmente o porquinho rosa que dá nome ao filme. Foi um sucesso tão grande que concorreu ao Oscar de melhor filme na época e depois teve uma continuação, Babe, o porquinho atrapalhado na cidade (1998).

Recentemente o diretor australiano esteve um tanto ausente do comando de novas produções, mas retornou com um bom trabalho na animação Happy Feet – O Pinguim (2006) e atualmente Miller procura viabilizar a produção do filme Liga da Justiça, que chegou a ter inclusive elenco escalado e filmagens iniciadas mas teve seu projeto a princípio suspenso pelo estúdio Warner Bros.

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