MOSCOU CONTRA 007 tem uma das tramas mais cheias de espionagem de toda a série

Moscou contra 007“Moscou contra 007 (1963)” é o segundo filme de Sean Connery como James Bond. É considerado por boa parte dos fãs mais antigos o melhor filme da fase inicial de Connery – que teve 5 filmes. Pegou carona com o sucesso do primeiro filme (Dr. No, de um ano antes) e já contou com um orçamento bem mais robusto.

O roteiro é bom – um dos melhores de toda a série – e a trama é bem amarrada, tendo como pano de fundo as intrigas típicas da Guerra Fria envolvendo a então União Soviética. Desta vez, sua missão é transportar um dispositivo decodificador ultra-secreto e evitar que ele caia nas mãos dos inimigos.

A ação de Moscou contra 007 é praticamente toda ela reservada para a última meia-hora de filme – mas a “espera” vale muito a pena! É justamente aqui que acontece uma das cenas de luta mais impressionantes de toda a série 007: Bond enfrenta o musculoso vilão Grant (vivido por Robert Shaw, de Golpe de Mestre e Tubarão), atleta russo treinado pela organização criminosa Spectre. A briga entre ambos no vagão do trem Expresso do Oriente é bem realista e (dizem) foi filmada sem dublês.

Moscou contra 007

Dois grandes destaques femininos: primeiramente para a bela bondgirl Tatiana Romanova, interpretada pela atriz italiana Daniela Bianchi. E claro, para a sagaz vilã Rosa Klebb (Lotte Lenya), nº 3 fiel à causa criminosa da Spectre, e seu indefectível sapato: com uma faca na ponta, expele uma dose mortal de veneno (sim, a imaginação do escritor Ian Fleming já se fazia presente!).

Nota CINEMAIMERI – 6.5 – ***

 

Veja abaixo um clipe especial do filme (com legendas):

Moscou Contra 007 (From Russia With Love) (LEG)

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