O QUARTO DE JACK é a escolha do público no Festival de Toronto 2015

O Quarto de Jack(Room), coprodução irlandesa e canadense, foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto, encerrado neste domingo (20/set), ao ganhar o prêmio “People’s Choice” (escolha do público) de Melhor Filme pelo júri popular do evento – já que o festival não possui uma mostra competitiva nos moldes de Cannes, Berlim ou Veneza. Nos últimos anos, o Festival de Toronto tem se notabilizado por ter entre seus premiados filmes que alguns meses depois obtém grande destaque no Oscar. Para se ter uma idéia, somente nos últimos sete anos, três filmes ganhadores em Toronto posteriormente foram premiados com o Oscar de Melhor Filme —”Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008), “O Discurso do Rei” (2010) e “12 Anos de Escravidão” (2013).

Isso significa que o filme larga na frente na disputa das principais categorias no Oscar 2016, cujos indicados serão anunciados em janeiro do ano que vem. Brie Larson, que interpreta uma garota mantida aprisionada em cativeiro junto por quase dez anos, larga na frente na categoria de melhor atriz, mas o filme também já está sendo bastante cotado para as categorias de roteiro e direção, para Lenny Abrahamson.

cena do filme “O QUARTO DE JACK”, de Lenny Abrahamson

Em segundo lugar na escolha do público ficou “Angry Indian Goddesses”, do diretor Pan Nalin, e em terceiro lugar ficou “Spotlight”, de Tom McCarthy. Outro filme premiado pelo público presente ao festival desse ano foi “Hardcore“, do russo Ilya Naishuller, como melhor filme da mostra Midnight Madness, dedicada a filmes de horror e ficção científica. Já a mostra competitiva alternativa Plataforma – criada pelos organizadores do festival esse ano – foi vencida pelo documentário “Hurt“, de Alan Zweig. O filme brasileiro “Boi Neon“, do pernambucano Gabriel Mascaro, incluído de última hora e premiado recentemente na mostra paralela do Festival de Veneza, recebeu uma menção honrosa, o que também ocorreu com os filmes “A Terra Prometida”, de He Ping, e “O Clã“, de Pablo Trapero.

 

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